Dicas de situações – passeio

Os melhores passeios para fazermos com nosos filhos, são aqueles que não planejamos. Nós simplesmente vamos. A gente sai como se fosse dar uma volta qualquer de carro e vai indo, por onde dá vontade.

Vai curtindo o sol, o céu, os caminhos, o vento… Vai vendo detalhes que as vezes na correria do dia a dia a gente nem percebe.

Algumas vezes a gente, meio que num clima saudosista, resolve ir a um lugar onde íamos quando pequenos… As vezes o lugar continua igual, as vezes está horrível.

Neste caso a gente muda o trajeto e vai em busca de algo melhor.

Algumas vezes, de tão longe que vamos… quando chegamos ao destino final as crianças já estão dormindo.

Neste caso é melhor dar meia volta, pois as cirianças odeiam ser acordadas e sair caminhando.

As vezes de tão bom que está o passeio elas choram porque não querem voltar.

Neste caso, depois de muitas negociações, se não conseguirmos resolver, é melhor pegarmos elas a força e fazer valer a nossa vontade. Muitas vezes de tão cansadas que estão, não querem ir embora, fazem birras e dão verdadeiros escândalos, sempre cheias de platéia. Onde nós os adultos nos sentimos os verdadeiros vilões.

Mas como passeio é passeio tem que rolar de tudo.

O suco ou o chá acabam. A roupas reservas também sujam. Quando desfraldam, as vezes fazem um xixi básico na calça, as vezes rola um cocô, isso sim é que é catastrófico. Neses casos é sempre bom ainda ter lecinhos umidecidos na bolsa. E as cuecas nada de guardar pra querer lavar, jogue fora no primeiro lixo que encontrar e deixe eles só de calção.

As vezes eles resolvem que querem comer. E nem sempre o que eles gostam de comer ou querem a gente encontra na rua pra vender. Então é sempre bom dar uma controlada nos horários e ter algo reserva na bolsa.

Ah! Brincadeira na praça é sinal de sujeira. Neste caso é bom não estressar muito. Os tenis ou chinelos ficam sempre cheios de areia, os pés e as mãos ficam horriveis de tão sujos e as unhas ficam pretas. A gente quase tem um piripique só de olhar… mas criança tem que brincar…

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Déficit de atenção e hiperatividade precisam de tratamento

É importante que os pais observem se as crianças estão muito distraídas, ativas ou com dificuldades para se concentrar.

O TDAH ou Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é um problema que deve ser diagnosticado por um médico ou psicólogo e tratado preferencialmente por uma equipe de vários profissionais (psiquiatra e neurologista, psicólogo e psicopedagogo, quando necessário).

As pessoas que possuem TDAH têm os sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade que podem se expressar de formas diferentes. Em se tratando de crianças, é indicado que ela possa ser avaliada em relação ao transtorno de déficit de atenção/hiperatividade quando possuir sintomas como distração por qualquer interferência, dificuldade para se concentrar tanto em tarefas escolares quanto em jogos, estar em constante movimento e não conseguir aguardar a sua vez.

Mas tenha cuidado e muita calma. Às vezes, as crianças são mal diagnosticadas com TDAH, quando na realidade estão com comportamento agitado e desatento, mas esperado quando vive um momento estressante na vida, como, por exemplo, a perda de um familiar que gostava muito. É fundamental que você confie no especialista ou na equipe que está avaliando seu filho, procurando sanar todas as suas dúvidas sobre o que está ocorrendo.

Há estudos que mostram que as crianças com TDAH são hipersensíveis a estímulos auditivos, táteis e visuais e desta forma ficam sobrecarregadas diante de estímulos que não conseguem peneirar. Quando a criança é avaliada por especialista e o diagnóstico de TDAH é confirmado, algumas atitudes dos pais são fundamentais para ajudar no tratamento.

Em primeiro lugar, é fundamental que busquem conhecer o que é o TDAH, suas causas e como se manifesta nas diferentes situações que envolvem o dia-a-dia da criança.

A criança não deve ser culpada pela TDAH, pois ele é um problema que merece cuidados especiais. Por questões alheias à vontade da criança, ela pode ter dificuldade para lidar com mudanças, ter problemas de sono, alimentares e de disciplina. Puni-la ou chamá-la de “mal-educada”, são atitudes que podem diminuir sua auto-estima. Assim, paciência, compreensão e diálogo são atitudes mais adequadas.

A TDAH, além de interferir na capacidade de concentração da criança, também pode deixá-la mais impulsiva e com maior dificuldade de lidar com a frustração. Ela então necessita aprender a lidar com as conseqüências de seus atos, intencionais ou não.

Para tanto, é preciso que os pais estabeleçam regras claras e definidas, que sirvam de modelo a ser seguido pela criança. Ela precisa de limites que norteiem o seu comportamento. Necessita de pais firmes, com autoridade moral, mas sem o uso de um comportamento agressivo e opressor, o que pode deixar a criança com TDAH mais irritada e ansiosa.

Também é aconselhável que os pais e familiares de sua convivência ajam com a criança de forma uniforme e clara, ajudando-a a entender o que é esperado dela.

Autor: Fabíola Corrêa Alba

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Eu vou pra Curitiba!

Mãe, eu também vou pra Curitiba visitar a dinda Nanda. Vou de avião junto com a Rafinha.

isso depois que a dinda nanda, foi morar lá e depois que soube que a Simone e oRafa também iam viajar pra Curitiba.

Bom, era isso.

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As primeiras papinhas

A fase das papinhas, principalmente das primeiras é bem engraçada, e ao mesmo tempo é de fazer qualquer um pirar.

Até que eles aprendam a comer, a gente dá uma colherada e eles botam para fora. As vezes só suja a roupa, o babeiro, as vezes eles jogam na gente mesmo. Rola comida por todo lado. é uma bagunça só. Eles querem colocar a mão no prato, sentir a comida, ver a textura… as vezes eles derrubam o prato.

E depois de comerem geralmente no meio de toda aquela sujeira… eles ainda fazem um cocô básico. Nestahora a gente não sabe o que vai limpar primeiro.

O negócio é deixar… até que um dia isso vai passar, não vai ter mais graça, eles vão se distraindo comendo outras coisas.

Por isso, nestes casos uma boa empregada, ou ajudante é o melhor. A gente brinca com eles sem se estressar e elas cuidam da limpeza.

E ficamos todos felizes, até provem o contrário.

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Aula de inglês.

Hoje é mais uma segunda-feira…

Estive meio resfriado e tal. Meu nariz anda meio congestionado, estou com um pouco de tosse, mas no mais tudo bem.

Estou levando pra escola dois carrinhos, pois hoje é o dia do brinquedo. Também terei aula de inglês entre outras atividades.

Estudamos o corpo humano,relatamos o final de semana. Brincamos no pátio, brinquei de massinha, conversamos com a Ber sobre o projeto a ser desenvolvido na sala de aula. Pais e alunos devem procurar, para levar para a aula, notícias do mundo.

Vamos ver o que minha mãe vai encontrar. São tantas as notícias de desgraça, violência que fica difícil escolher algo mais light pra levar.

Mas a gente vai achar.

Antes de ir pra casa também aprrveitei pra brincar mais um pouco no pátio da escola.

Depoisbrinquei com alguns jogos com os meus pais. Tomei banho com a mamita e mais tarde capotei.

Acordei muitas vezes durante a noite, estava meio entupidinho…

Mas os anjinhos me ajudaram, pois na manhã seguinte demorei quase uma hora pra começar a pensar em acordar.

Beijos do Calvin.

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Dicas de situações – passeio

Os melhores passeios para fazermos com nosos filhos, são aqueles que não planejamos. Nós simplesmente vamos. A gente sai como se fosse dar uma volta qualquer de carro e vai indo, por onde dá vontade.

Vai curtindo o sol, o céu, os caminhos, o vento… Vai vendo detalhes que as vezes na correria do dia a dia a gente nem percebe.

Algumasvezes a gente, meio que num clima saudosista, resolve ir a um lugar onde íamos quando pequenos… As vezes o lugar continua igual, as vezes está horrível.

Neste caso a gente muda o trajeto e vai em busca de algo melhor.

Algumas vezes, de tão longe que vamos… quando chegamos ao destino final as crianças já estão dormindo.

Neste caso é melhor dar meia volta, pois as cirianças odeiam ser acordadas e sair caminhando.

As vezes de tão bom que está o passeio elas choram porque não querem voltar.

Neste caso, depois de muitas negociações, se não conseguirmos resolver, é melhor pegarmos elas a força e fazer valer a nossa vontade. Muitas vezes de tão cansadas que estão, não querem ir embora, fazem birras e dão verdadeiros esc&acirc

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Qual é a idade ideal para ensinar o segundo idioma?

É essencial a interação entre bebês e adultos para que o aprendizado seja significativo
 
A melhor fase da vida para aprender um segundo idioma é durante a infância, segundo pesquisas. E isso é possível, pois nesse período o cérebro humano está em pleno desenvolvimento, ou seja, apto para absorver novas informações.

“Estudos têm mostrado que os bebês nascem prontos para aprenderem qualquer língua do mundo, e é o condicionamento a uma única língua que cria barreiras, ao longo do tempo, para a aquisição natural de outro idioma”, alerta Rodrigo Collino, mestrando do Instituto de Neurociências da USP.

E ele completa: “a melhor idade para que uma criança inicie sua exposição ao segundo idioma é ainda na infância, simultaneamente com a exposição à língua mãe. Na verdade, dessa forma, a criança tende a adquirir as duas línguas como ‘primeiras’”.

Mas segundo Rodrigo, é necessário tomar alguns cuidados, a fim de não sobrecarregar a criança nem criar dificuldades desnecessárias. “Na tenra infância, de 1 a 4 anos, não devem ser apresentadas letras nem palavras escritas, mas apenas sons, músicas, diálogos, etc.”

Há ainda que se considerar possíveis problemas de aprendizado. “Algumas crianças têm dificuldades, por questões genéticas, na aquisição de uma língua. Nestes casos, é altamente recomendável que sejam alfabetizadas apenas naquele idioma, e que futuramente tenham instruções em um ou mais idiomas estrangeiros”.

Rodrigo diz que não existe uma fórmula mágica no que diz respeito ao método de ensino ou material a ser utilizado. “O que se sabe é que durante os primeiros anos de vida, qualquer contato com sons de uma língua estrangeira é significativo. Mas não basta colocar a criança na frente da TV e esperar que daqui a algum tempo ela saia falando outro idioma. É essencial haver alguma forma de interação entre bebês e adultos para que possa ocorrer um aprendizado significativo.”

Caso o contato com um segundo idioma não ocorra ainda na infância, o ideal é começar por uma língua parecida como o idioma materno. “Para uma criança ou jovem brasileiro que fale somente português, aprender inglês será mais fácil que aprender chinês”, exemplifica Rodrigo.

Aprendizado bilíngüe
Para as crianças bilíngües precoces, não existe a distinção entre primeiro e segundo idiomas, pois elas praticam duas línguas diferentes simultaneamente. Isso ocorre, por exemplo, quando os pais são de diferentes nacionalidades ou então quando as crianças freqüentam colégios bilíngües.

A escola Pueri Domus oferece o Global Education, que une os currículos educacionais brasileiro e americano, com direito aos certificados dos dois sistemas. O programa foi criado em parceria com a Amcham (Câmara Americana de Comércio de São Paulo) e é direcionado para estudantes desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

“O programa é ideal tanto para alunos estrangeiros que, a partir da convivência em um ambiente essencialmente brasileiro, desenvolvem habilidades sem abrir mão da língua internacional; quanto para os alunos brasileiros, que desenvolvem fluência e competências acadêmicas em duas línguas em um ambiente multicultural”, afirma a diretora-geral do Pueri Domus, Fernanda Zocchio Semeoni.

 

Link Original: Clique aqui

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Niver de POA

Acordamos, tomamos café e fomos na brique da redenção, demos uma super caminhada no parque e dpois andamos pelo brique para ver os quadros,, ver novidades… O Calvin gostou muito de pareciar os quadros, estátuas…

Depois assistimos a um desfile de carros antigos, muito legal…

Caminhamos mais um pouco e fomos no parquinho, onde ele andou em muitos brinquedos.

Na volta, vimos o lago, pato, galhinhas, vimos os pedalinhos.

Encontramos um palhço, compramos um balão que era uma espada.

A morte também apareceu com um chaverinho pram im e com a conta pra minha mãe… esse caras nem perguntam se a gente quer comprar, vão logo dando as coisas pra crianças e depois ainda querem cobrar… e se a gente não tem trocado?

Bom, depois brinquei um pouco na parcinha e fomos embora.

Alomocei e de tão cansado capotei na cama.

Mais tarde, fomos dar uma volta de carro na vó Alice. lá brinquei com o Xir&uacute

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Niver da mamita

Hoje fomos na casa d a vó alice, almoçamos por lá…

Depois passamos no super e mais tarde ajudei a organizar a janta na minha casa, pois era niver da minha mamita. Comemos pizza. Só o vô cabeto, o tio Chicho apareceu e a pri com a irmã dela. Foi tudo muito rápido, sem grnades funções.

Logo, depois o Calvin deu um jeitinho de mandar todos embora, como não dormiu a tarde, pegouo selo, bico e lulu e quis ir deitar na sala, bem onde estavm a Pri e a irmã dela, quis queapagassem a luz…

E todos logo se retiraram.

Por hoje era isso.

Amanhã teremos mais atividades.

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Lanche coletivo.

Hoje nós quase esquecemos de levar nosso lanche coletivo.

Na escolinha fiz desenhos para homenagear POA, brinquei no pátio, fiz massinha com os amigos…

Quando minha mãe chegou fomos tomar a água da Cris, muitos copos, e brinquei mais um poucono pátio da escola.

Em casa vi um pouco de Discovery Kids e depois fui tomar banho com a minha mãe.

Antes de dormir brinquei com meu pai e li histórias com a minha mãe.

No mais era isso.

Boa noite.

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