A cólica ataca novamente!

Choro estridente, barriga dura e pernas encolhidas. É a terrível cólica que está chegando! Até o terceiro mês de vida um grande número de bebês vive momentos de crise.

– Colo, carinho e massagem
– A viagem da alimentação
– Choro com hora marcada

Em geral os bebês saem da maternidade muito calminhos. Dormem quase todo o tempo, não dão o menor trabalho. Mas dias depois se põem a berrar deixando suas mães extremamente aflitas. A cólica atinge a maioria dos recém-nascidos a partir do 14º dia de vida e, geralmente, se estende até os 3 meses. Pode variar a intensidade e a duração. O motivo de manifestar-se depois desse período ainda é desconhecido, mas uma explicação pode ser a imaturidade dos órgãos digestivos do pequeno.

Colo, carinho e massagem
Identificar o problema, a princípio, é difícil. Mas com alguns dias, já é possível distinguir os sintomas. A primeira característica é um choro intenso com pequenas pausas. De repente diminui e a criança se acalma inesperadamente. Em geral, esse quadro apresenta-se durante a amamentação, ou alguns minutos depois. Observe seu bebê enquanto isso acontece. A barriga dele provavelmente está dura e as pernas encolhidas. Esses são os indícios da cólica.

Quando são fracas, podem durar aproximadamente 5 minutos. Tente tranqüilizar seu filho. Faça massagens com movimentos leves e circulares sobre a barriga dele. Aos poucos ele se acalma e dorme. Se a dor for muito intensa, o pequeno chora muito e ingere mais ar, o que pode piorar a cólica. Nesse caso, nem sempre a massagem alivia e aí é preciso medicar. Ligue para o pediatra e peça uma orientação.

A viagem da alimentação
A cólica não é uma doença. É um incômodo generalizado e habitual que provoca uma sensação desagradável. Ocorre porque todo o organismo e, principalmente, o aparelho digestivo ainda está em desenvolvimento. Nas primeiras semanas de vida ele recebe menor quantidade de alimentos.

Quando o recém-nascido mama, ingere ar, propiciando um aumento da dor. Pela imaturidade dos órgãos, algumas etapas da digestão deixam de ser cumpridas. Como não há mastigação, o alimento não se mistura à saliva, repleta de enzimas que cumprem o papel de preparar a comida até que ela chegue ao estômago.

Neste órgão, o leite fica armazenado por muito tempo. E aí acontece o “reflexo gastro cólico”, aquele barulho que ouvimos durante a digestão: é o leite passando rapidamente do estômago para o intestino. Em crianças maiores e adultos, essa é a etapa em que o bolo alimentar é preparado com ácido clorídrico para depois passar para o intestino, onde outras enzimas farão seu trabalho.

Choro com hora marcada
O bebê ainda não é capaz de completar esse processo. Como a capacidade do estômago é bem maior que a do intestino, este se distende, provocando dor. Por isso, o bebê chora intensamente. Depois de alguns minutos, porém, a cólica melhora. À medida que o alimento vai sendo eliminado a dor diminui.

No decorrer do dia seu filho pode ter mais de uma indisposição como essa. Contudo, existe um horário mais propício para as crises: no fim da tarde, porque a criança está mais tensa e agitada. Nesses momentos ofereça a chupeta. Com movimentos de sucção ela pode aliviar a ansiedade e a tensão.

Autor: Leonardo Posternak
O dr. Leonardo Posternak é médico pediatra, membro do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein. Co-autor do livro E Agora, o que Fazer? A Difícil Arte de Criar os Filhos, Editora Best

Cólica do lactante | Colic in infants

O tema os pediatras conhecem. Há mais de um século. Todo pediatra que acompanha crianças no ambulatório tem uma opinião sobre a causa e tem sua conduta, mas, no fundo, tem muitas dúvidas, que não foram elucidadas nesse tempo todo. Talvez porque o problema tenha sido subestimado, apesar de ser queixa extremamente freqüentede causar grande ansiedade nos pais, familiares e ao próprio pediatra. Este não tem como comprovar suas próprias suposições porque não existem estudos organizados. O que existe são pesquisas fracionadas, cujos resultados lembram a história dos cegos que foram apalpar o elefante – cada um saiu com uma idéia parcial na certeza de ter conhecido o todo.

È por isso que o estudo de coorte de Saavedra e colaboradores é muito bem – vindo. É criativo num tema que parece rotineiro, tem sólidas bases epidemiológicas em um assunto em que predomina a opinião pessoal e sobram os problemas metodológicos.

Consultamos três livros de texto, dois nacionais e um clássico americano traduzido.

No livro do Instituto da Criança SP, a experiente pediatra Helda A. O. Penna admite que as cólicas sejam devidas a incoordenação do sistema nervoso autônomo ou constituição neuropática ou hipertônica, e que a origem mais freqüente é emocional do que primariamente gastrintestinal.

O livro editado pelo grupo da Escola Paulista de Medicina apresenta um enfoque psicanalítico, em que as cólicas são indicadoras do desajuste no relacionamento mãe-bebê, sendo o corpo utilizado como meio de expressão desse desconforto.

No tratado de Nelson, o autor se posiciona: “nenhum fator isolado explica sistematicamente a cólica” e “um médico solidário é importante para resolução do problema”.

São oportunas algumas considerações.

O termo cólica se refere a uma dor abdominal aguda, espasmódica.

A cólica lactante se refere ao choro súbito inexplicado e inconsolável (não responde às medidas habituais de conforto). A cólica típica se manifesta como um ataque paroxístico de choro forte, agudo, estridente, “em crescendo”. O lactante se estica, fica vermelho, vira a cabeça para os lados, as mãos fica crispadas, as coxas fletidas sobre o abdome; com freqüência ocorre a eliminação de gases, que parece trazer um alívio temporário. Com breves pausas, o choro pode se prolongar por horas; o choro é inconsolável, o que traz aos pais sentimentos de frustração e impotência.

Na prática, a cólica é freqüente caracterizada apenas pelo choro sem motivo aparente.

Acontece que o choro é uma ferramenta, normal e fisiológica, de comunicação, usada pelo lactante nos seus primeiros meses de vida. Achar que existe um limiar a partir do qual o choro normal se transforma em cólica é ignorar o verdadeiro continuum que caracteriza os fenômenos biológico, sendo que, neste caso, a cólica seria o extremo do espectro normal da variação do choro. A cólica é um diagnóstico clínico, freqüentemente de exclusão, que não se apóia em nenhum dado de exame físico nem laboratorial. Mas os critérios clínicos pouco avançaram nos últimos anos, a tal ponto que os mais utilizados (com pequenas variantes) são os critérios de Wessel, publicados há quase meio século e conhecidos como a “regra dos 3”: duram pelo menos 3 horas, ocorrem pelo menos 3 dias por semana e pelo menos 3 semanas seguidas; desaparecem aos 3 meses de vida. Acresce o curioso fato do choro com “hora certa”, isto é, as cólicas ocorrem num horário predeterminado, geralmente no fim da tarde, início da noite (19-23 horas).

Na realidade, os critérios de Wessel foram desenvolvidos primariamente para propósitos de pesquisa, já que, para procurar a causa de um processo e respectiva terapia, para maximizar a força estatística, contém que a amostra seja constituída por casos puros, de diagnósticos indiscutível. Por isso, os critérios de Wessel apresentam mais especificidade do que sensibilidade, de modo que acarreta uma taxa alta de falso-negativos (deixam de incluir crianças com cólicas verdadeiras). Na prática, a cólica é diagnosticada em lactantes saudáveis sem causa detectável, cuja irritabilidade traz problemas consideráveis para as famílias que necessitam de assistência; por outro lado limita a aplicabilidade de possíveis achados de pesquisas sobre a cólica verdadeira.

A etiologia da cólica do lactante, que já é conhecida pelos pediatras há mais de um século, continua a representar um enigma. Diferentes causas que podem ser aditivas, mas freqüentemente são contraditórias, têm sido aventadas, e estas podem ser divididas em gastrintestinais e não gastrintestinais. A cólica pode ser uma variante normal e estaria relacionada a uma imaturidade fisiológica. É curioso notar que os prematuros têm o mesmo padrão de choro e de cólicas, e que atingem o pico com 6 semanas de idade gestacional, isto é, a mesma dos lactantes a termo.

Temperamento da criança, ansiedade dos pais (que pode ser agravada por inexperiência e falta de apoio), depressão materna, personalidade da mãe, problemas na dinâmica familiar e a personalidade da mãe, problemas na dinâmica familiar e a possibilidade da mãe, problemas na dinâmica familiar e a possibilidade de seqüelas emocionais são aspectos que já foram levantados e apaixonadamente debatidos.

Na esfera gastrintestinal foram levantadas algumas hipóteses cujas respectivas pesquisas não foram conclusivas:

Motilidade intestinal alterada – hiperperistaltismo colônico e pressão retal aumentada. Fala a favor dessa hipótese, a ação efetiva de alguns antiespasmódicos cujos efeitos colaterais, às vezes graves, impedem seu uso terapêutico.

Hormônios intestinais – a motilina, que exagera a peristalse intestinal, parece estar aumentada nos lactantes que sofrem de cólicas.

Excesso de ar intragastrintestinal – a aerofagia poderia ser causa, mas causa, mas também pode ser conseqüência do choro. O uso de antiflatulentos, como a dimeticona (freqüentemente utilizada na prática), não se mostrou mais eficaz que o placebo, em estudo multicêntrico randomizado, o que fala contra essa hipótese.

O excesso de gases também foi atribuído a uma má absorção fisiológica e transitória da lactose, mas as primeiras pesquisas não foram confirmadas.

Tipo de aleitamento – não se verificou diferença significativa entre crianças em aleitamento materno e as que recebem mamadeira, embora um estudo tenha mostrado que o pico da freqüência de cólicas era mais precoce nas crianças em aleitamento artificial (duas semanas de vida).

Na prática pediátrica, os critérios de Wessel podem ser muito úteis para determinar a conduta. Os casos que se enquadram nesses critérios devem receber do pediatra explicação, tranqüilização e apoio. Os casos que se afastam muito dos critérios devem ser investigados.

Choro contínuo nas duas primeiras semanas de vida levantam a suspeita de fome, inclusive por mamadas ineficientes (controlar o peso). Nos casos associados à regurgitação acentuada e a mamadas nervosas, interrompidas, considerar refluxo gastresofágico, e nas famílias atópicas, em que o lactante apresenta choro acentuado logo após as mamadas, e especialmente se a criança tem outras manifestações alérgicas, pesquisar alergia ao leite de vaca, inclusive nas crianças que mamam leite de peito (exclusivamente).

Como toda boa pesquisa, a de Saavedra e de cols. Dá algumas respostas, como a influência do desmame precoce (embora a cólica vespertina também ocorra na criança amamentada), e levanta muitas dúvidas.

Seria interessante comparar os lactantes com cólicas diagnosticadas pelos critérios de Wessel e as crianças chorosas pela percepção da mãe. Quem sabe os autores se animem e profundem seu estudo num modo prospectivo e seqüencial, fazendo uma pesquisa epidemiológica e etnográfica, com entrevistas em profundidade e observações participantes.

Nesse sentido, a recente e excelente revisão de Bricks pode ser um ponto de apoio.

Autor: Jayme Murahovschi
Presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria. Jornal de Pediatria – Vol. 79, No. 2, 2003

É cólica?!

As cólicas aparecem nos primeiros 3 meses, a partir dos 15 dias de vida do bebê, tanto em crianças que recebem aleitamento materno como em bebês alimentados artificialmente. Veja o que pode causá-las:

Imaturidade do sistema digestivo
Ele ainda não está totalmente desenvolvido e a digestão acelera o funcionamento dos intestinos, provocando espasmos – as cólicas.

Alimentos
Às vezes a cólica é uma reação a determinado nutriente que entra na alimentação da mãe ou no preparo da mamadeira. Ingridientes ricos em ferro ou a proteina do leite ingerido pela mãe (chocolates, queijos, etc…) podem provocar essa reação. O leite em pó pode prender o intestino da criança e provocar gases.

Stress
Criança e mãe experimentam uma nova rotina de vida e ficam por isso, altamente sensíveis. Na maioria dos bebês, o órgão de choque dessas mudanças é o intestino e, não por acaso, as cólicas se manifestam mais no final do dia, entre as 18 e as 21 horas, quando a família está exausta. A cólica pode ser apenas expressão desse cansaço. Ou o bebê chora porque tem necessidade de uma descarga emocional para se reorganizar ao final de um dia atribulado.

Deglutição de ar
A avidez ao sugar o seio materno ou um orifício grande demais no bico da mamadeira faz a criança engolir ar e provoca gases. Por isso a importância de colocar o bebê para arrotar após as mamadas.

Começou! O que fazer?

Só carinho
Deite o bebê de lado (essa posição ajuda a esvaziar o estômago), deite-se ao lado dele e acaricie-o dizendo palavrinhas suaves, de bom efeito calmante nessa hora.

Barriga contra barriga
Nada melhor que um contato pele a pele para recém-papais e recém-nascidos com cólicas. Ficar debruçado sobre um lugar quentinho diminui as dores.

Flexão das perninhas
Só deve ser aplicada longe do horário das mamadas. Coloque o bebê deitado de costas, segure suas pernas e flexione-as, precionando suavemente os joelhos contra a barriguinha. Depois estique as pernas e, repita o movimento várias vezes. Isto ajuda a eliminar os gases.

Uso de chás
O chá morno de erva-doce (sem açúcar) quebra as moléculas de gás facilitando a eliminação dos gases. Às vezes, uma fralda umedecida com chá morno de camomila sobre a barriga também ajuda.

Algumas dicas

* Evite o uso de álcool, cigarros e cafezinho enquanto estiver amamentando – as cólicas podem ficar mais intensas.

* Respeite os horários das mamadas – dar o peito ou a mamadeira para acalmá-lo piora as cólicas pela formação de mais gases.

* Evite ficar nervosa com as cólicas – sua ansiedade e insegurança são sentidas pelo bebê que reage com mais cólicas.

* Tenha em mente que esse período não dura mais que 3 meses e meio.

Link Original: Clique aqui

O que é cólica?

A cólica tem sido definida como um longo período de choro vigoroso que persiste apesar de todos os esforços de consolo. O termo em si vem da palavra grega referente ao intestino grosso, refletindo a crença de que a fonte do desconforto é um problema digestivo. A maioria dos bebês passa por períodos em que parecem anormalmente nervosos ou choram por nenhuma razão aparente. A cólica é mais comum durante os três ou quatro primeiros meses de vida. Pode começar nas três primeiras semanas após o nascimento e geralmente acaba perto dos três meses de idade. É raramente sentida por bebês com mais de seis meses de idade. Durante os seis primeiros meses de vida, os bebês crescem a uma velocidade impressionante. Nessa época, o recém-nascido duplica o peso que tinha ao nascer. Devido à quantidade de alimento que precisam ingerir para sustentar esse crescimento, os bebês muitas vezes sofrem de indigestão e gases. Da mesma forma, o bebê pode engolir ar quando se alimenta ou durante uma ataque de choro prolongado. Engolir ar aumenta as dores por gases. Quando um bebê tem uma dor por gases, pode ser a pior dor que seu pequeno corpo já sentiu. A diferença da cólica para os outros problemas é que, independente do que fizer, o choro não pára. Certas posturas corporais que ocorrem com um ataque de gases também podem ocorrer com a cólica. Por exemplo, seu bebê pode ter uma barriga tensa e distendida, com os joelhos encolhidos no peito, pulsos cerrados e mobilidade anormal de braços e pernas ou costas arqueadas. Suspeite de uma verdadeira cólica quando seu bebê tiver ataques repentinos e sérios de choro alto que duram várias horas; se o choro ocorrer na mesma hora todos os dias, muita vezes à tarde ou à noite; se os episódios de choro acontecem repetidas vezes, começando de repente e terminando de forma abrupta; se seu bebê parece inconsolável e nada que fizer lhe traga conforto; se seu bebê parece zangado e se debate quando o segura no colo; e se parece não haver nenhuma explicação para esses repentes de choro. Se seu bebê tiver cólica, os meses de choro e aflição aparentemente implacável do seu filho podem deixá-lo frustrado, ansioso, confuso, exausto, culpado e inadequado. Uma das principais preocupações ao lidar com um bebê com cólica, além de descobrir formas de confortá-lo, é confiar na sua capacidade de manter e criar um relacionamento amoroso com seu recém-nascido.

TRATAMENTO CONVENCIONAL

A simeticona é um composto que atua na superfície das bolhas de gás quebrando-as, aliviando conseqüentemente a dor e a pressão dos gases. Se grandes bolhas forem o principal problema, esse tratamento pode ser eficaz. A simeticona pode ser comprada sem receita médica na forma líquida, mas deve ser dada apenas se recomendada por um médico. No caso de cólica constante, seu médico pode recomendar supositórios de glicerina para ajudar seu bebê a expulsar os gases ou fezes que causam seu desconforto. Outros medicamentos, inclusive anti-flatulentos, sedativos e antiespasmódicos, são, às vezes, receitados para cólica e ocasionalmente oferecem alívio limitado, mas na maioria dos casos trazem pouco benefício. Além disso, podem ter graves efeitos colaterais. Peça ao seu médico para explicar todos os prós e os contras de qualquer remédio vendido com receita médica antes de dá-lo a um bebê com cólica.

DIRETRIZES ALIMENTARES

Se estiver amamentando e seu bebê tiver cólica, ele pode ser sensível a algo que você esteja comendo. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados. É bem provável que você mesma possa ter alergias desconhecidas a determinados alimentos. Para descobrir as alergias alimentares, tente seguir uma dieta de eliminação ou um rodízio alimentar. Seguir essas dietas pode parecer uma tarefa complicada, mas os resultados podem ser bastante animadores. Outra alternativa é manter um diário alimentar para ajudá-la a identificar correspondências entre os alimentos que ingere e os sintomas, tanto do bebê quanto seus. Se descobrir uma sensibilidade desconhecida da qual não tinha suspeitado, o simples fato de evitar o alimento provavelmente a fará se sentir melhor e também aliviará a cólica do seu bebê. Se estiver amamentando um bebê com cólica, tente eliminar da sua dieta alimentos que produzam gás, inclusive couve-flor, brócolis, couve-de-bruxelas, pepino, pimentão verde e vermelho, cebola, favas e leguminosas. Outros alimentos na dieta da lactante que podem contribuir para a ocorrência de cólica incluem leite de vaca, banana, frutas silvestres, e qualquer coisa que contenha cafeína. A lactante que amamenta um bebê com cólica deve minimizar a quantidade de alimentos crus na sua dieta. A dieta da lactante deve consistir em 70 a 80% de alimentos cozidos e apenas 20 a 30% de alimentos crus. Siga uma dieta simples. Se seu bebê com cólica toma mamadeira, sua fórmula pode estar causando o problema. Pergunte ao seu médico se é aconselhável usar uma fórmula infantil diferente.

SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS

O Lactobacillus acidophilus promove uma flora intestinal saudável, o que facilita a digestão e pode debelar a cólica. A lactante deve tomar ½ colher de chá, duas vezes ao dia. Dê ao seu bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia. O Lactobacillus bifidus é outra bactéria benéfica que ajuda a melhorar a digestão. Alguns especialistas pensam que essa bactéria pode ser mais eficaz que o Lactobacillus acidophilus para bebês. A lactante deve tomar uma dose, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1/8 colher de chá de pó de acidófilos, dissolvida na fórmula, duas vezes ao dia.

TRATAMENTO FITOTERÁPICO

O chá de camomila é um calmante e relaxante conhecido. A lactante deve beber uma xícara, duas vezes ao dia. Dê ao bebê que toma mamadeira 1 colher de chá, três vezes ao dia, no leite ou na água, durante três ou quatro dias. Em seguida, diminua a dose para duas vezes ao dia. O funcho também pode ser útil para aliviar a cólica. A lactante pode beber uma xícara de chá de funcho, três vezes ao dia. Ou dilua uma xícara de chá de funcho em duas xícaras de água e dê ao bebê 1 colher de chá, quatro vezes ao dia. A lactante pode beber uma xícara de chá de gengibre, três vezes ao dia, para ajudar a aliviar a cólica do seu bebê. O chá de hortelã-pimenta ajuda a acelerar o tempo de esvaziamento do estômago, melhora a digestão e atua como anti-flatulento. Dê ao seu filho 1 colher das de chá de chá de hortelã-pimenta, de quatro a cinco vezes ao dia. Observação: Se estiver dando ao seu filho chá de hortelã-pimenta e um preparado homeopático, faça um intervalo de uma hora entre um e outro. Do contrário, o forte cheiro do hortelã-pimenta pode interferir na ação do remédio homeopático. Tente dar ao seu bebê um chá de várias ervas. Pesquisadores israelenses administraram uma dose diária de cerca de ½ xícara de chá feito de camomila, alcaçuz, funcho, e erva cidreira a bebês com episódios de cólicas e descobriram que os sintomas diminuíram em mais da metade das crianças estudadas.

HOMEOPATIA

Como a maioria das fórmulas homeopáticas, os remédios relacionados são específicos para um determinado sintoma. Com base no seu conhecimento do seu bebê com cólica, escolha o remédio adequado.

Colocynthis e Magnesia phosphorica, dois relaxantes abdominais, são os remédios homeopáticos mais receitados para cólica. São eficazes principalmente quando usados conjuntamente. Dissolva uma dose de Colocynthis 6ch e uma dose de Magnésia phosphorica 6ch em um pouco de água mineral na temperatura ambiente. Encha todo um contra-gotas e esguiche-o totalmente na boca do seu bebê, três vezes ao dia, conforme necessário. Se a cólica do seu bebê não tiver diminuído após dois dias, pare de dar o remédio. Muito provavelmente, não surtirá qualquer efeito. Carbo vegetabilis é um remédio homeopático para o bebê com cólica, que apresenta o rosto pálido e o abdomem superior distendido. Suas pernas podem estar frias dos pés aos joelhos. Esse bebê é agitado e chora mesmo quando amamentado ou alimentado, e arrota durante muito tempo após comer. Parece sentir-se melhor quando está no colo e pior quando colocado no berço. Dê a essa criança, Carbo vegetabilis 9ch, dissolvendo uma dose em 250 miligramas de água mineral e esguichando algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem. Se seu bebê tiver o rosto vermelho e quente, choro alto e irritado, mas parar de chorar por um breve período quando colocado no colo, dê-lhe Camomila 9ch ou 15ch. Dissolva uma dose em 250 mililitros de água mineral e esguiche algumas gotas na sua boca, três vezes ao dia, durante dois dias ou até que os sintomas melhorem. Existem fórmulas homeopáticas para cólica que podem oferecer alívio ao seu bebê. Siga as orientações sobre dosagem indicadas no rótulo do produto.

RECOMENDAÇÕES GERAIS

Se tiver um bebê com cólica, procure não ficar nervoso. O estresse e a tensão – tanto seus quanto do bebê – podem contribuir para a cólica e piorar o problema. Se sentir que sua frustração está fugindo de seu controle, converse com um profissional de saúde. Busque apoio emocional e terapia. No meio de um choro relacionado à cólica, experimente uma das seguintes sugestões. Alguns bebês reagem a algumas; alguns (infelizmente) não reagem a nenhuma.

Para ajudar a relaxar as câimbras musculares e acalmar seu bebê, coloque-o sobre seus joelhos ou contra seu peito com um saco de água morna entre você e a barriga do seu bebê. Se seu bebê adorar água, experimente um banho morno e calmante. Massageie a barriga do seu bebê com uma loção ou óleo sem álcool. Seguindo o caminho natural dos intestinos, esfregue suavemente do “canto” direito inferior do abdome até a parte inferior da caixa torácica, descendo para o “canto” esquerdo inferior; repita a operação. Alguns bebês reagem quando são acariciados e ninados. Muitos bebês se acalmam quando você os coloca no colo e anda com eles. Alguns bebês preferem a segurança de serem bem enrolados em um cobertor; alguns preferem cobertas soltas que permitam a livre movimentação. Tente descobrir o que seu bebê prefere. Os bebês com sintoma nervoso sensível podem reagir melhor com a diminuição de estímulos externos. Experimente uma iluminação fraca, menos toques e uma atmosfera tranqüila. Alguns bebês reagem à música calma e tranqüilizante; alguns a gravações de batimentos cardíacos; alguns a gravações dos sons com os quais conviveram nos nove meses de vida uterina, que incluem os batimentos cardíacos da mãe e o som constante do fluxo sangüíneo da mãe circulando no seu corpo. Curiosamente, o som da máquina de lavar roupa muitas vezes parece ter o mesmo efeito. O movimento vigoroso distrai alguns bebês com cólica. Ouvir música animada e saltitar com o bebê no colo talvez não seja sua atividade predileta às 3 horas da manhã, mas sabe-se que tem surtido efeito. Faça seu bebê “pedalar”. Com o bebê deitado de costas no chão, movimente suavemente suas pernas, como se ele estivesse pedalando. Pratique esse exercício várias vezes, todos os dias. Esses movimentos passivos das pernas podem trazer conforto ao sistema digestivo do seu bebê. Faça um curso de massagem infantil para aprender como a massagem ajuda o crescimento e desenvolvimento geral do seu bebê. Seu professor também pode lhe ensinar massagens e técnicas específicas para debelar a cólica.

PREVENÇÃO

Tome nota dos acessos de irritabilidade e choro do seu filho e procure um denominador comum. Veja se seu filho chora mais ou menos na mesma hora, todos os dias. Tente determinar se certos alimentos ou atividades levam ao choro. Se descobrir uma relação, elimine o alimento ou a atividade que considera a causa. Crie um ambiente calmo enquanto alimenta seu bebê e aproveite esse momento junto com seu filho. Ouça músicas relaxantes. Certifique-se de que você e o bebê estão fisicamente confortáveis. Vista-se e ao seu bebê de forma que não sintam frio e estejam à vontade. Garanta que a fralda do seu bebê não esteja muito apertada. Ao alimentar seu bebê, tente segurá-lo em uma posição ereta para que o ar fique acima do leite no seu estômago. Isso ajudará seu bebê a expulsar o ar quando arrotar. Se estiver dando mamadeira ao seu bebê, verifique o tamanho do furo no bico. O leite deve pingar lentamente quando a mamadeira ficar de cabeça para baixo. Se o furo for muito pequeno ou muito grande, seu bebê pode ingerir muito ar enquanto estiver mamando. Para controlar a quantidade de ar que o bebê engole enquanto mama, limite o tempo em que realmente mama a dez minutos. Após cerca de 50 mililitros de líquido, tente fazer com que seu bebê arrote (mas não fique desanimado se ele não arrotar). No final de cada mamada completa, ponha seu bebê para arrotar durante dez minutos. Fique calmo. Alguns minutos a mais, agora, podem evitar um acesso de cólica mais tarde. Se seu bebê não conseguir arrotar após cerca de dez a quinze minutos, coloque-o em uma posição ereta durante cerca de uma hora e tente novamente. Se estiver amamentando seu bebê, elimine os alimentos relacionados na seção Diretrizes Alimentares, e investigue a possibilidade de alergia alimentares. A lactante deve tomar um suplemento de Lactobacillus acidophilus ou bifidus. Se estiver dando mamadeira ao seu filho, administre o suplemento dissolvido no leite. Tente evitar dar muita ou pouca comida ao seu bebê. Regurgitar o alimento após mamadas pode indicar superalimentação; choro ou sucção contínua após a mamada pode indicar subalimentação. Faça o que seu filho mandar. Se seu bebê estiver engordando e se desenvolvendo normalmente, você provavelmente estará no caminho certo.

O QUE CAUSA A CÓLICA?

Embora há muito se presuma que a cólica seja um sinal de dor por gases, na verdade nunca se provou que todos os bebês ou a maioria dos bebês com cólica realmente tenham gases abdominais. A causa certa do problema continua a desconcertar a medicina. Além da possibilidade de dor por gases, há uma série de outras hipóteses relativas às causas da cólica, inclusive:

Alergia à proteína do leite materno ou à fórmula infantil. Técnicas incorretas de alimentação. Espasmos do cólon. Trato intestinal imaturo e hiperativo. Sistema nervoso imaturo e altamente sensível. Temperamento. Tensão em casa. Ansiedade dos pais. Má interpretação do choro por parte dos pais.

Provavelmente, uma combinação de alguns desses fatores, na verdade, faz parte da maioria dos casos de cólica infantil.

Link Original: Clique aqui

Sou pai e meu bebê está com cólica

São três horas da manhã. Todos estão dormindo, meu filho começou a chorar. Engraçado, o menino mamou há pouco, estava dormindo… Olho para minha esposa, mas ela já está muito cansada; afinal, cuidar dele não é moleza! Então, eu, como bom pai que sou, me levanto e vou cuidar dele. Ao chegar perto do berço, o examino todo, mas ele não pára de chorar: Não está com fome, a fralda está limpa e não adianta “dar colinho”. O choro é forte e incessante e a criança se estica toda. E agora, o que devo fazer? Foram nove meses de muita ansiedade na espera, uma tremenda alegria ao nascimento e uma grande festa da família na chegada da maternidade.

O bebê agora passa a ser o centro da atenção e trabalho do lar, não permitindo que pai e mãe saiam um só instante da rotina de dar banho, trocar fralda, dar de mamar e ficar observando as mínimas necessidades. Como se não bastasse, ao anoitecer, o bebê chora, chora e chora sem parar. O cansaço e a irritação dos pais misturam-se à preocupação e sentimento de impotência, culminando muitas vezes em desespero e pensamentos, tais como se há necessidade de tanto sofrimento para ser pai e mãe. Mas afinal, o que é essa cólica, qual é a causa e o que fazer quando ela acontece? A dificuldade começa aqui O termo cólica se origina de Kolikos, adjetivação de kolon, ou intestino grosso (porção final do intestino). A maioria das pessoas entende que cólica do bebê é uma dor desencadeada por contrações no intestino, que causam um choro inconsolável na criança.

Entretanto, não se pode afirmar ao certo que a criança com cólica esteja tendo uma alteração na barriga, nem mesmo há certeza absoluta de que a criança está sentindo dor, já que a feição da criança, o aspecto de desespero e a contração das pernas são muitas vezes semelhantes a quando ela está com fome, frio, ou está “molhada”, cansada ou com sono. Alguns autores mais radicais se recusam a usar a nomenclatura “cólica” pela falta de evidências fortes de existência de dor ou alteração no cólon e, por isso, propõem que o melhor termo para o fenômeno é “choro excessivo”. Apesar disso, o que é consenso entre os pediatras é que trata-se de um problema freqüente no bebê, que se inicia no final da primeira semana de vida, sendo caracterizado por choro intenso na criança, que não se consola. Predomina no período noturno e gera um grau variável de ansiedade nos pais, sem que a criança tenha um problema objetivo como infecção de ouvido, obstrução intestinal, fome, fralda molhada, frio ou calor, e desaparece após os três meses.

Caracterizando a cólica

– choro inconsolável que pode durar horas -feições de angústia e irritabilidade

– coxas fletidas sobre o abdômen

– início na 2ª semana de vida

– melhora importante após os três meses

– vai e volta

– mais freqüente no final de tarde e início da noite

– gera ansiedade de diversos graus nos pais

– a criança elimina gases

– a criança não tem outra doença

Desvendando a causa da cólica

Apesar da cólica do bebê ser conhecida desde a antiguidade, não se sabe ainda qual é a origem desse problema. Várias teorias já foram apresentadas, mas nenhuma consegue explicar sozinha a causa da cólica. Provavelmente a resposta está na associação de vários fatores com diferentes intensidades. Vamos observar alguns deles: alimentação da criança e da mãe que amamenta

– quando a técnica de amamentação é inadequada e a criança deglute uma quantidade excessiva de ar junto com o leite, parte desse ar se desloca pelo intestino, criando uma distensão abdominal e conseqüente dor. O tipo de alimento oferecido à criança e alimentos ingeridos pela mãe que amamenta podem também estar relacionados com a cólica, apesar de não existir prova científica. Mesmo assim, pediatras geralmente recomendam leite materno exclusivo para o bebê nessa faixa etária e orientam as mães que amamentam a evitarem alimentos contendo cafeína, certos tipos de carnes gordas, chocolates, além das medicações que podem ser excretadas pelo leite. Ambiente psicossocial da criança – segundo algumas teorias, a cólica do bebê é reflexo do ambiente psicossocial da criança, isto é, do estado de angústia das pessoas mais próximas da criança – geralmente mãe e pai. A maior dificuldade quando se tenta provar essa teoria é estabelecer quanto do estado de ansiedade da mãe e dos familiares é causa da cólica e quanto é conseqüência de presenciar o choro da criança.

Particularidade da criança

– os livros antigos, quando abordam a questão da cólica, afirmam que esta é um distúrbio ligado à imaturidade do trato gastrintestinal e do sistema nervoso central do lactente. Por outro lado, as teorias mais modernas têm dado maior ênfase aos fatores psicológicos/temperamentais da criança na gênese da cólica. A dificuldade básica para a comprovação destas teses está na complexidade da definição de temperamento numa criança com poucos meses de vida.

Relação pais-bebê

– segundo este modelo, a cólica deriva de uma reação inadequada dos pais frente ao choro da criança quando o lactente acaba de mamar e chora pelo trabalho desempenhado. A criança está chorando por estar exausta, e se fosse deixada, acalmaria e o choro passaria. Entretanto, a mãe pega a criança no colo achando que ela está tendo algum problema sério e tenta acalmá-la, levando-a de um lado para o outro. O bebê se acalma no primeiro momento, mas passa a chorar novamente por estar mais cansado. A mãe pega novamente a criança para acalmá-la e novamente o choro cessa por certo momento, mas logo que é colocada no berço recomeça a chorar.

Imaturidade hormonal

– segundo algumas teorias, dois hormônios controlam a motilidade (movimento) intestinal: a serotonina, que causa contração, e a melatonina, que responde pelo relaxamento do intestino. O “desbalanço” destas substâncias devido à imaturidade do sistema de liberação da melatonina no período noturno provoca aumento de espasmo intestinal e conseqüentemente a cólica. O que fazer frente à cólica do lactente Antes de tomar qualquer providência, é importante ter certeza que o choro se deve à cólica. Veja se o que está acontecendo está de acordo com o quadro anterior, Caracterizando a Cólica, e analise se, realmente, a criança não pode estar com alguma doença. Para isso, provavelmente haverá necessidade de uma consulta pediátrica logo nas primeiras vezes. Quando a criança tem repetidas crises, os pais acabam reconhecendo o problema com facilidade, mas sempre que houver dúvida é aconselhável que se procure o médico. É fundamental que os pais tenham uma boa relação com o pediatra da criança, relatando todo o sentimento de angústia em que se encontram.

Não existe um tratamento único para cólica na infância que seja efetivo, mas aqui vão algumas dicas que poderão ser úteis:

1. Considerar sempre as seguintes possibilidades para tentar saber o porquê do choro: a criança está chorando e quer ser alimentada; a criança quer sugar, apesar de não estar com fome; a criança quer colo; a criança está entediada e quer ser estimulada; a criança está cansada e quer dormir; a criança está molhada, com frio ou calor; (Independente da ordem, tente verificar e suprir uma possível necessidade, tentando outra alternativa a cada 5 minutos. Caso a criança continue chorando após excluída uma doença atual, provavelmente a criança está com cólica).

2. Os pais devem saber que se trata de um problema comum da faixa etária e é normal que isso gere angústia. Entretanto, o manejo dos pais em relação a essa angústia deve mudar, sendo necessário que fiquem mais calmos.

3. O uso de chupeta na criança, colocação de bolsa de água quente na barriga, massagem abdominal e os exercícios dos membros inferiores sobre a barriga sempre são válidos.

4. Deve-se certificar se a técnica de amamentação está correta. É importante que a criança abocanhe a aréola toda para que não engula ar, causando distensão da barriga e cólica. A amamentação demasiada pode também provocar cólica.

5. Uma vez que a criança já foi acalantada, não deixá-la muito tempo no colo, mesmo que esta chore, pois deve-se considerar a possibilidade de estimulação excessiva. É importante propiciar ambiente tranqüilo ao bebê.

6. Os médicos geralmente recomendam antiflatulentos (auxilia na eliminação de gases) ou chás de ervas (para relaxamento do intestino), mas não se deve usar nenhuma medicação sem antes consultar um pediatra, pois a cólica poderá piorar pela irritação do estômago e também porque a criança facilmente se intoxica nessa faixa etária.

7. Nos casos mais graves ou muito constantes, vale a pena pedir que o pediatra acompanhe a criança de perto, com retornos e aconselhamentos freqüentes. O lar onde nasce uma criança passa por uma séria transformação de toda rotina. Muitas vezes, a alegria do nascimento pode querer se apagar por causa de vários transtornos, entre eles, a cólica do bebê. Sabendo que é um problema comum e passageiro e que a ansiedade dos pais só tende a piorar a situação, eles devem se contrapor ao choro da criança com um belo sorriso e bastante atenção.

Autor: N/D – retirado de medcenter.com